quarta-feira, 28 de abril de 2010

Feliz aniversário. Mensagem pra ela.

Do porque gostar.

Porque não precisa do dinheiro para comprar as coisas, mas disposição para fazê-las.

Porque não precisa de conversas vazias para preencher o vazio, pois com as pessoas certas o silêncio também é confortável.

Porque não precisa de oito ligações por dia, pois se sabe que no momento em que se reencontrar a amizade ainda será a mesma.

Porque não precisa de grandes eventos, já que a companhia faz qualquer programa de índio tornar-se maravilhoso. Porque sua companhia é maravilhosa e adoro estar do seu lado.

Porque não precisa de juras e promessas, pois se tem a certeza da amizade e lealdade.

Porque não precisei ser mais nada além do que sou pra você gostar de mim.

Porque tudo o que vem de você é sincero, honesto e justo. Porque é uma pessoa altruísta e boa. E por mais não sonho em pedir.

Porque tem vários motivos que não consigo expressar, pois nenhum seria justificativa suficiente pra eu gostar de você.

Sei lá, gosto muito de você, obrigada por cruzar meu caminho e decidir continuar nele.

Seu aniversário é uma data muito feliz pra mim, pois foi quando o mundo tornou-se melhor.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ilha

Tem gente que se entrega ao bar.
Gente que se entrega a biblia.
Gente que se agarra a familia.
E eu...uma ilha.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Diário de bordo.

4º dia, 29-12-09

Todo dia aqui sempre na mesa do café da manhã tem uma dupla diferente de tio e primo ou alguma dessas combinações pra ficar de frosô conversando e falando abobrinha, uma das partes mais legais.
Descobri que esse meu dom nato para piadas infames é genético, todos aqui tem o gene. Adorei.
Descobri também que todos são carinhosos, unidos e adoram se zoar mutuamente.
Fomos para margem do Madeira olhar e tirar fotos e na volta paramos pra beber suco de cupuaçu e de cajá e comer pasteis no 19, um bar de beira de estrada.

Diário de bordo.

3º dia, 28-12-09

Chove, chove, chove, nada a fazer.
Lava roupa.
Recorre a prima que mora ali pertinho.
\o/
Fazer unhas, ver filmes e comer queijo com suco de cupuaçu!
E pra terminar o dia bem ir à lan descarregar as fotos.

Diário de bordo.

Domingo dia 27-12-09, 08:ooh da madrugada.

Aniversário de 13 anos do Bruno.
Arruma todas as tralhas nos carros, arruma as crianças nos carros, e alguém esquece algo, volta, a tralha não ficou bem presa, para e concerta.
Estrada.
chegamos, os primos de 9 e 13 anos buscaram, selaram e montaram nos cavalos. Caraca, um pirralho pega e arruma os cavalos e eu aqui me cagando de medo de subir numa égua velha?!!!! Não rola de pagar esse mico na frente da familia toda.
Ok, fui, não me arrisquei a cavalgar de fato, só andei uma meia horinha ali, de vagar...os outros aí do rio é que não precisam saber disso!!!! =P
Os mais velhos trataram de montar o churrasco, as cervejas e as frutas. Um dos tios bons de nado entrou no rio com uma corda e fez um trançado para que as pessoas se segurassem.
Foi tudo o que precisou, fomos todos, em pequenas parcelas tomar banho de rio, pular no rio da árvore \o/.
Uma prima quase se afoga, 10 primos vão salvar, aí mesmo que quase afogam a dita cuja.
Os primos e tios já mais pra lá do que pra cá, voltamos pra casa no entardecer e lá ficamos eles bebendo, todos comendo e dançando até dar a hora de voltar pra casa e cair morto na cama.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Diário de Bordo.

Casa

Malas prontas, últimos ajustes sendo feitos;
Deveria levar o tênis???? Claro!
Pega o tênis, meias, mais um salto alto pra garantir.
Liga pro namorado, fala, fala, fala, choraminga, fala, fala, choraminga, fala, saudades.
Ok. Tá na hora. Malas no carro, beijos, abraços, choraminga, saudades. Cabeça pra fora do carro acenando tchau. Dobra a esquina, saudades.
Ok,ok, se recompõe, tenha fé, será divertido.
Óculos escuros, veste o personagem marrento, afinal de contas aeroporto=glamour, elegância e prepotência.

Aeroporto Rio

Chega ao aeroporto, vê vitrine, liga pra mamãe, saudades.
Cheki-in – Ai caramba!!!! A mala tem uma tonelada! *reza* Ufa...42Kg (o máximo era 46).


Avião Para Brasília

Avião=Frenesi. *Queria a mamãe aqui, ela conseguiria mais amendoins pra mim!*
Começa a andar: Oba! \o/
Pára de andar: Aaaaa. Trânsito de aviões na pista /o/
20 minutos depois volta a andar: Oba! \o/
Decola, sobe, sobe, sobe, ouvido estala, sobe, uhuuul, mó viajem esse barato de decolar, dá uma onda.
“Olha, tem raios na nuvem em que estamos, uau...quantos raios!” =O
“Não minha filha, é a luz do avião que refrata nas gotículas d`água que formam as nuvens e gera esse efeito de luzes”. *droga, raios são bem mais legais :( *
Momento crítico: Lanchinho.
Hot Cracker, suquinho e balinhas.
Onde foram parar os amendoins e barras de cereal??? Vôo sem amendoim não é vôo *frustração, pelo menos tem o copo legal com gelo*.
*Falta muito, quero fazer xixi*.


Aeroporto Brasília

*Baralhooooo, vou explodir*.
Corre pro banheiro, digo, caminha suavemente com o semblante blasê, nesses lugares elegância é tudo.
Fila.
Mais tragédia! Deus e essa mania de fazer as mulheres sangrarem e sofrerem.
Procura farmácia.


Avião para Porto Velho

Tentei dormir, estava toda desconfortável, foi ruim.

Chegada Porto Velho

Chegamos, por 2 minutos papai ficou decepcionado por não ter ninguém para nos buscar, aí então achamos 2 tios, um primo e uma avó.
Pelo pouco que me lembro não mudou muito.
Ficamos num quarto com ar *\o/*
Largamos tudo, ficamos conversando um pouco até todos irem dormir, daí então fomos nós dois e o tio Auro prum "baile".
O lugar é literalmente na frente de casa, o teto é de palha (incrivel como é feito e como funciona), na porta do banheiro não tem feminino e masculino, tem " Gatos e Gatas" em letras garrafais azuis de 30cm (quase morri com isso).
As pessoas se mexem, se sacodem, se abraçam, mas dançar não dançam. Mas ta valendo também.
Pode-se dizer que fizemos algum sucesso. XD

1º dia, 26-12-09

Antes do anoitecer já havia conhecido, comprimentado e reencontrado 28 parentes e 2 cachorros. Virei atração. Não sei se sou eu ou minhas balas, mas as crianças me adoram.
Passeamos até a beira do rio Madeira, descobri que Porto Velho não tem porto.
De noite fomos eu e mais 3 primas pro shopping ver Avatar(Sim existe shopping aqui, e é grande e bom).
Baralhooow, que filme phoda!!!
Passei o dia com o cell na mão e só foi chegar sms e ligação no cinema, maldito Murphy.
Maldito zaralho de sinais, nada chega na hora.
*servindo de ração de mosquitos*
Resumindo:
Primos bacanas;
Melhor filme de todos os tempos da ultima semana;
Uma graza de mosquitos me devorando;
Banho frio;
Muitas saudades.

Família

Dona Terezinha
1-Ubaldo:
1.1-Neto; 1.2-Lilian;
2-Humberto:
2.1-Matheus; 2.2-Raíssa(eu);
3-Onofre:
3.1-Sheila; 3.2-Cleiton; 3.3-Onofre;
3.2.1-Ratchelle; 3.2.2-Cleiton; 3.2.3-Higor;
4-Gilda:
4.1Marcelo; 4.2-Tarcísio; 4.3-Álvaro; 4.4-Márcia; 4.5-Rogério;
4.1.1-Mateus; 4.1.2-Melissa; 4.2.1-Caio; 4.2.2-David; 4.2.3-Mariana; 4.3.1-Vinicius; 4.5.1-Róger Gabriel
5-Marcus:
5.1-Jovita; 5.2-Janaina;
5.1.1-Jonatan; 5.1.2-Jéssica; 5.2.1-Juliana;
6-Aurea:
6.1-Glabson; 6.2-Glaucia;
6.2.1-Eloá;
7-Urbano:
8-Estanislau:
8.1-Bruno; 8.2-Breno;
9-Auro:

Conteúdo das malas:


Conteúdo das malas:


• Máquina, cabo, pilhas;
• Celulares, fones, carregadores;
• CD’s;
• Papel, caneta, livro, senhas e ID’s anotados;
• Chocolates, balas;
• Guarda-chuva;
• Chapéu;
• Casaco, lenço escoteiro;
• 7 sapatos, havaianas;
• 3 bolsas, 1mochila;
• 14 calcinhas, 7 sutiãs, 2 tops, 2 biquínis;
• 15 shorts, 4 saias;
• 5 vestidos, 4 calças;
• Canga, kafta, espartilho;
• 17 camisas;
• Toalha;
• 2 pijamas, fom;
• Escova e pasta de dentes, absorvente, perfume, hidratante, sabonete, xampu, condicionador, protetor solar, giletes, desodorante, pinça, cotonetes, kit unhas, bandaid e manteiga de cacau;
• 2 sombras, 2 lápis, 2 rimel, blush, batom, brilho e pincéis;
• 8 pares de brinco, 3 aneis, 4 pulseiras e 3 cordões;

domingo, 6 de dezembro de 2009

Resumo:

Vejo-me com mais clareza refletida no côncavo negro da televisão que no cristal metálico do espelho.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

hurt







A morte não é uma falha da ciência médica, mas o último ato da vida.





Se eu morrer. sobrevive a mim com tamanha força
que acordarás as fúrias do pálido e do frio,
de sul a sul, ergue teus olhos indeléveis,
de sol a sol sonha através de tua boca cantante.
Nãoquero que tua risada ou teus passos hesitem.
Não quero que minha herança de alegria morra.
Não me chames. Estou ausente.
Vive em minha ausência como em uma casa.
A ausência é uma casa tão rápida
que dentro passarás pelas parede
e pendurarás quadros no ar.
A ausência é uma casa tão tranparente
que eu, morto, te verei, vivendo,
e se sofreres, meu amor, eu morrerei novamente.





Sei que amanhã
Quando eu morrer
Os meus amigos vão dizer
Que eu tinha um bom coração
Alguns até hão de chorar
E querer me homenagear
Fazendo de ouro um violão
Mas depois que o tempo passar
Sei que ninguém vai se lembrar
Que eu fui embora
Por isso é que eu penso assim
Se alguém quiser fazer por mim
Que faça agora.

Me dê as flores em vida
O carinho, a mão amiga,
Para aliviar meus dias.
Depois que eu me chamar saudade
Não preciso de vaidade
Quero preces e nada mais





Um menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.

Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.





Ê vida voa, vai no tempo, vai
Ah, mas que saudade
Mas eu sei que lá no céu o velho tem vaidade
E orgulho de seu filho ser igual seu pai

Pois me beijaram a boca e me tornei poeta
Mas tão habituado com o adverso
Eu temo se um dia me machuca o verso

E o meu medo maior é o espelho se quebrar





Quando eu morrer,
Não quero choro nem vela,
Quero uma fita amarela
Gravada com o nome dela.
Se existe alma
Se há outra encarnação
Eu queria que a mulata
Sapateasse no meu caixão
Não quero flores
Nem coroa com espinho
Só quero choro de flauta
Violão e cavaquinho
Estou contente,
Consolado por saber
Que as morenas tão formosas
A terra um dia vai comer.
Não tenho herdeiros
Não possuo um só vintém
Eu vivi devendo a todos
Mas não paguei a ninguém
Meus inimigos
Que hoje falam mal de mim,
Vão dizer que nunca viram
Uma pessoa tão boa assim.





Seems like it was yesterday when I saw your face
You told me how proud you were
But I walked away
If only I knew What I know today
Ooh ooh

I would hold you in my arms
I would take the pain away
Thank you for all you've done
Forgive all your mistakes
There's nothing I wouldn't do to hear your voice again
Sometimes I wanna call you
But I know you won't be there

Ooh I'm sorry for blaming you
For everything I just couldn't do
And I've hurt myself by hurting you

Some days I feel broke inside
But I won't admit
Sometimes I just wanna hide
Cause it's you I miss
And it's so hard to say goodbye
When it comes to this ooh

Would you tell me I was wrong
Would you help me understand
Are you looking down upon me
Are you proud of who I am
There's nothing I wouldn't do to have just one more chance
To look into you eyes
And see you looking back

Ooh I'm sorry for blaming you
For everything I just couldn't do
And I've hurt myself

Ooh
If I had just one more day
I would tell you how much that I missed you since you've been away
Ooh
It's dangerous
It's so out of line
To try and turn back time

I'm sorry for blaming you
For everything I just couldn't do
And I've hurt myself by hurting you




A morte faz parte da vida, é a última coisa que fazemos. Ela é democrática, vem independente do que façamos ou de quem sejamos. É a única certeza que temos em vida. É natural.
Não deveria ser tão temida. Mas é.
Quando ela vem e pega a todos de surpreza nos deixa abalados, desolados e inconsoláveis. Não tem com evitar. Não há nada que possamos fazer, nada. Nada que se fale aos que ficam é suficiente. Nada diminui a dor.
Não tenho medo da morte, mas tenho muito medo de não ter feito o suficiente por ele em vida.
Não tenho medo de morrer. Sinto muito mais dor em trazer tamanha tristeza aos que gosto.
Tenho medo de ir sem ter falado que amo os me cercam, sem ter terminado o livro que estava lendo, o plano que estava tramando...
Não sinto pelos que vão, isso é inevitável. Sinto pelos que ficam, que terão que conviver com a ausência.
Não tenho medo do lugar pra onde vão, deve ser melhor que esse. Mas tenho medo de deixá-los ir sem antes ter falado um eu te amo, sem ter gasto um minuto com um abraço, um beijo.
Por isso brigas desnecessárias tem que ser evitadas, toda oportunidade que tiver de falar o quanto gosta deve ser aproveitada, todo momento agradável deve ser prolongado, tudo o que tiver de ser feito tem de ser agora, porque quando ela vier, não dá mais pra nada.
O que fica não é físico, são só as lembranças, então quero produzir o máximo possível de boas lembranças junto com os meus, pra quando for a hora eu estar preparada e com a consciência tanqüila de que fiz tudo o que podia.